Vinhos fluminenses viram tema de congresso na Alerj
O encontro também coloca em pauta o projeto do deputado estadual Luiz Paulo, que propõe diretrizes para desenvolver a cadeia
O estado do Rio já soma 42 empreendimentos ligados à produção de vinho e ao enoturismo em cidades como Areal, Petrópolis, Paty do Alferes, Teresópolis, Valença, Três Rios e São José do Vale do Rio Preto. Esse crescimento será tema do III Congresso Desafios do Enoturismo no Estado do Rio, dias 19 e 20 de maio, no Palácio Tiradentes, sede histórica da Alerj, com produtores, pesquisadores, parlamentares e especialistas do setor.
A ideia é discutir como transformar a vitivinicultura fluminense em um negócio ainda mais forte — economicamente, turisticamente e culturalmente.
O encontro também coloca em pauta o projeto do deputado estadual Luiz Paulo, que propõe diretrizes para desenvolver a cadeia da uva, do vinho e do enoturismo no estado. “A vitivinicultura fluminense deixou de ser apenas uma experiência pontual.
Hoje, ela se consolida como um setor produtivo emergente, com capacidade real de produção e enorme potencial de crescimento econômico, turístico e cultural”, afirma o deputado.
Nos últimos anos, pequenas vinícolas boutique começaram a surgir principalmente na Serra Fluminense e no Vale do Café, aproveitando microclimas mais amenos, altitude e o interesse cada vez maior por experiências que misturam gastronomia, turismo rural e vinho.
A programação do congresso inclui debates sobre terroir fluminense, sustentabilidade, indicações geográficas, mercado e políticas públicas, além da presença de especialistas da Embrapa, PUC-Rio, Sebrae-RJ e produtores locais. A expectativa é sair dali com uma espécie de “carta de intenções” para fortalecer o setor.
Fonte: VEJA RIO.
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