Chegou a 189 o número de servidores exonerados nesta semana pelo secretário estadual da Casa Civil, Flávio Willeman, no Governo do Estado do Rio de Janeiro. Nesta quarta-feira (13/05), foram publicados mais 45 atos no Diário Oficial, sendo 42 exonerações, uma anulação e uma nomeação.
As informações são do portal Tempo Real.
A nova rodada mirou principalmente o Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que teve 16 servidores exonerados. As mudanças atingiram cargos de coordenadoria e chefias de divisão, em mais um movimento de reorganização do chamado terceiro escalão do governo estadual.
O avanço das exonerações ocorre durante a gestão do governador em exercício Ricardo Couto, que vem promovendo mudanças em diferentes áreas da administração pública estadual desde que assumiu o comando do Palácio Guanabara.
GSI concentrou maior número de cortes
Além do GSI, a Casa Civil teve oito atos publicados, entre exonerações de assistentes, assessores e uma nomeação tornada sem efeito. O Centro de Tecnologia de Informação e Comunicação do Estado do Rio de Janeiro (Proderj) também foi atingido, com quatro baixas em cargos ligados à assessoria e à comunicação institucional.
Na mesma edição do Diário Oficial, o governo já havia alterado o comando do Proderj, com a saída do presidente Rodrigo Lopes Xavier. A autarquia passará a ser comandada interinamente pelo secretário de Transformação Digital, Feu Braga.
A lista de mudanças também inclui a Secretaria de Trabalho e Renda, a Secretaria de Fazenda, o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), a Fundação Leão XIII, a Secretaria de Turismo e a área de Desenvolvimento Econômico.
Reestruturação já atingiu Detro-RJ e Casa Civil
No início da semana, a caneta de Flávio Willeman havia se concentrado na própria Casa Civil e no Departamento de Transportes Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro (Detro-RJ).
O órgão de transporte intermunicipal passou por reestruturação, com a saída de Raphael Salgado da presidência e a nomeação de Carlos Alberto Costa de Oliveira para responder interinamente pelo departamento até a escolha de um novo diretor-presidente.
As mudanças fazem parte de uma reorganização administrativa mais ampla do governo estadual, com foco em cargos de assessoramento, chefias e estruturas intermediárias.
Fonte: Diário do Rio.
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