Lagoa Rodrigo de Freitas tem ação contra embarcações abandonadas e ocupações irregulares
A Prefeitura do Rio realizou, na madrugada desta sexta-feira (15/05), uma operação integrada na Lagoa Rodrigo de Freitas para coibir o abandono de embarcações, a guarderia irregular e ocupações indevidas no entorno da área tombada. A ação foi coordenada pelo gerente executivo da Lagoa, Leonardo Fernandes, após pedido do vereador Flávio Valle.
A operação reuniu equipes da Subprefeitura da Zona Sul, da CATI/Seop, da Secretaria Municipal de Saúde, da Assistência Social e da Comlurb. Ao todo, cinco embarcações sem documentação e em estado precário foram apreendidas e descartadas.
Algumas não tinham condições de navegabilidade.
Durante a ação, uma cabana improvisada também foi desmontada. Um casal que ocupava o espaço recebeu atendimento das equipes de assistência social.
Já os pescadores encontrados no local foram orientados a recolher suas embarcações e tiveram os contatos registrados pela Gerência Executiva da Lagoa, que deve apoiar o processo de regularização das atividades.
Área tombada não permite marina irregular
Segundo Leonardo Fernandes, a fiscalização busca organizar o uso do espaço público e preservar as regras ambientais e urbanísticas da Lagoa Rodrigo de Freitas. Ele destacou que, por se tratar de uma área tombada, o local não pode funcionar como marina.
O vereador Flávio Valle afirmou que pediu a operação após receber relatos de moradores da região sobre barcos abandonados e ocupações irregulares no entorno da Lagoa. “Recebi denúncias de moradores do entorno da Lagoa sobre o abandono de embarcações e a ocupação irregular da área.
Diante disso, oficiei a Gerência Executiva para que fosse realizada a operação”.
O parlamentar também afirmou que a Lagoa Rodrigo de Freitas é um patrimônio ambiental e cultural da cidade. Segundo ele, a Prefeitura vem ampliando ações para revitalizar a área, recuperar sua biodiversidade e melhorar a convivência de moradores e visitantes com o espaço.
Ao fim da operação, Leonardo Fernandes disse que a atuação da Prefeitura também terá foco na orientação dos pescadores que ainda não estão regularizados. “Nosso trabalho é colaborativo.
Vamos atuar para que os pescadores que estão exercendo sua atividade sem licença possam regularizar suas situações, sempre respeitando as normas ambientais e urbanísticas da Lagoa Rodrigo de Freitas”,.
Fonte: Diário do Rio.
Carregando comentários...