Na madrugada desta quarta-feira, 11, o CEO da Tesla e SpaceX, Elon Musk, revelou através de sua plataforma social, X, que a Câmara dos Deputados dos Estados Unidos iniciou uma consulta sobre suas alegações relativas a violações da legislação brasileira. Musk mencionou que as acusações envolvem "centenas, senão milhares" de casos.
“Acabamos de receber uma consulta da Câmara dos deputados dos EUA sobre ações tomadas no Brasil que violavam a lei brasileira. Eram centenas, senão milhares. Isso está ficando picante”, declarou o bilionário.
Na mesma sequência de eventos, Musk conduziu uma transmissão ao vivo, convidando líderes da extrema-direita brasileira, incluindo o deputado Nikolas Ferreira, para discutir tópicos controversos.
Essa ação é vista como parte de seus esforços contínuos para influenciar governos de extrema-direita globalmente, destacando o apoio a Javier Milei em suas atividades.
Em resposta às ações de Musk, o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, expressou críticas veementes ao empresário durante um anúncio oficial em Brasília.
Lula enfatizou a importância da soberania nacional e a resistência contra ataques externos às instituições democráticas brasileiras.
Ele declarou a determinação do Brasil em manter sua postura digna, rejeitando influências externas prejudiciais.
"Temos que escolher se queremos viver num regime democrático ou não queremos isso. Se vamos permitir que o mundo viva a xenofobia do extremismo de extrema-direita, que se dá ao luxo de permitir que um empresário americano, que nunca produziu um pé de capim nesse país ouse falar mal da Corte brasileira e do povo brasileiro", enfatizou o chefe de estado.
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