Julgamento entrou no sétimo dia consecutivo e contará com 24 depoimentos no total; no domingo (31), a babá retratou versões anteriores
Nesta segunda (1º), o julgamento de Jairo Souza Santos Júnior (Jairinho) e Monique Medeiros entrou no oitavo dia consecutivo — tornando-se o mais longo realizado no estado do Rio desde 2008, quando houve uma reforma do Código de Processo Penal que alterou as regras do Tribunal do Júri.
O recorde pertencia, até então, ao julgamento da ex-deputada Flordelis, ocorrido em novembro de 2022. Após um juízo de sete dias, ela foi condenada a 50 anos e 28 dias de prisão pelo assassinato do pastor Anderson do Carmo, em 2019.
Até o momento, foram ouvidas dezessete pessoas no caso do menino, com um total de 24 depoimentos previstos. Delegados, peritos, médicos-legistas, bem como funcionárias que conviviam com a família, o pai de Henry, Leniel Borel, parentes de Monique e ex-companheiras de Jairinho foram intimados.
A babá Thayná de Oliveira Ferreira prestou depoimento no domingo (31) e retratou versões anteriores, revelando episódios que considerou suspeitos. Segundo ela, após da morte do menino, recebeu orientações para apagar mensagens e relatar que a relação familiar era muito boa.
Fonte: VEJA RIO.
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