Disparada na conta de luz faz moradores de Maricá abraçarem tecnologia de energia solar
O aumento no valor da conta de luz, somado às quedas frequentes no fornecimento de energia, tem mudado a rotina de moradores de Maricá. Diante desse cenário, cada vez mais pessoas passaram a buscar alternativas fora do modelo tradicional, e a energia solar deixou de ser apenas uma tendência para se tornar realidade para aliviar o orçamento e trazer mais previsibilidade ao consumo doméstico.
Esse movimento também acompanha uma estratégia mais ampla do próprio município da Região Metropolitana do Rio. Nos últimos anos, Maricá passou a investir em projetos voltados à independência energética, incluindo a criação de um núcleo dedicado à governança do setor e a construção de usinas solares de grande porte.
A iniciativa ocorre em meio ao crescimento acelerado da cidade, que registrou aumento populacional significativo e uma expansão em mais de 150% no consumo de energia em um intervalo de cinco anos, um avanço que, na prática, também pressiona a infraestrutura existente.
Se por um lado o governo faz grandes obras, por outro, o cidadão de Maricá e o pequeno comerciante aceleraram o passo. O município vive uma das maiores taxas de crescimento de conexões de Geração Distribuída (GD) da Região Metropolitana, segundo dados oficiais do Município.
Questão de custo-benefício
Para muitos moradores, a ideia de produzir a própria energia deixou de ser algo distante e passou a fazer sentido dentro de casa. Na prática, a lógica é simples: gerar a própria eletricidade e reduzir a dependência da concessionária responsável pelo fornecimento energia no município.
Economia que começa a surgir poucos meses após a instalação, reforçando ainda mais a percepção de que se trata de um investimento seguro de custo-benefício.
É neste cenário que empresas do setor, como a Mercolux, despontam ao ofercer soluções em energia e iluminação.
Segundo Thiago Rocha dos Santos, gerente comercial da marca, o momento é de maior consciência por parte dos clientes, que passaram a analisar melhor as propostas antes de tomar uma decisão.
“A energia solar deixou de ser novidade e virou realidade. Hoje, as pessoas pesquisam mais, comparam e querem entender se o projeto realmente vai atender à necessidade delas.
Isso é positivo, porque valoriza quem trabalha com planejamento e não apenas com venda”, afirma.
De acordo com ele, um dos principais erros do mercado é oferecer sistemas padronizados, sem considerar o perfil de consumo de cada cliente, algo que pode comprometer o resultado ao longo do tempo. A proposta da empresa, segundo Rocha, é justamente apostar na personalização, olhando para a realidade de cada residência.
A gente não vende um produto pelo preço, mas pela necessidade. O cliente precisa entender quanto consome hoje e quanto pode consumir no futuro.
Energia solar é um investimento de longo prazo, estamos falando de algo que pode durar mais de 25 anos”, — Thiago Rocha dos Santos, gerente comercial da Mercolux.
Como funciona a instalação das placas?
Na prática, o funcionamento do sistema é baseado na geração de energia por meio de placas instaladas, geralmente, no telhado das casas. Essa energia é convertida e utilizada dentro da residência, enquanto o excedente fica por conta da rede elétrica, gerando créditos que podem ser abatidos na conta de luz.
Esse modelo permite reduzir significativamente o valor pago mensalmente. Em alguns casos, a economia pode chegar perto de 100%, dependendo do dimensionamento do sistema e do padrão de consumo, um fator que costuma pesar na decisão de quem busca reduzir despesas fixas.
Outro ponto que chama atenção é o tempo de retorno do investimento. Segundo Rocha, em média, o prazo varia entre um ano e meio e dois anos, o que tem atraído consumidores que enxergam a instalação como uma forma de reorganizar o orçamento no médio prazo.
“Hoje, dependendo do consumo, o cliente investe algo entre R$ 15 mil e R$ 20 mil e consegue recuperar esse valor. Depois disso, é economia direta no bolso”, afirma.
O gerente também destaca a importância da consulta especializada, entre os diferenciais oferecidos pela Mercolux, sobre os perfis que se beneficiam do serviço.
Fim das tarifas?
Outro atrativo está na proteção contra aumentos tarifários, um ponto que costuma preocupar os consumidores. Como o sistema funciona por compensação de energia, o impacto das variações nas bandeiras tarifárias tende a ser menor.
“A lógica é de troca. Se você gera energia, você compensa com a concessionária.
Se a tarifa subir, sua economia também aumenta proporcionalmente”, diz Rocha.
Ainda assim, há pontos que exigem atenção. Um deles é a expectativa de independência total da rede elétrica, algo comum entre consumidores que começam a pesquisar o tema, mas que nem sempre corresponde à realidade.
O sistema convencional é conectado à rede. Em caso de queda de energia, ele também desliga por segurança.
Existe a opção de sistemas com bateria, mas o custo ainda é mais alto e precisa ser bem avaliado”, afirma.
Nesse contexto, surgem alternativas como sistemas híbridos, que combinam geração solar com armazenamento de energia para situações emergenciais, uma solução considerada mais viável para regiões com histórico de apagões, como Maricá.
Diferencial Mercolux
Outro diferencial apontado pela Mercolux é o acompanhamento completo do cliente, desde o primeiro contato até o pós-instalação, o que, segundo a empresa, faz diferença na experiência de quem investe.
“A gente começa com uma consultoria gratuita, analisa a conta de luz, projeta o sistema e acompanha todo o processo. Depois da instalação, o cliente continua tendo suporte.
Isso faz diferença, porque não é só instalar e pronto”, aponta Thiago.
A empresa também aposta na qualidade dos equipamentos e no cumprimento das normas técnicas como fatores essenciais para garantir segurança e desempenho ao longo dos anos, pontos que têm ganhado mais atenção por parte dos consumidores.
Além da economia direta, há ainda o impacto no valor do imóvel. Casas com sistemas de energia solar instalados tendem a se valorizar, já que oferecem um benefício permanente ao comprador, algo que começa a ser observado com mais frequência no mercado imobiliário local.
Para Maricá, a combinação entre investimento público, crescimento populacional e mudança no comportamento do consumidor cria um ambiente favorável à expansão do setor. Na avaliação de empresas do segmento, o município reúne características que indicam potencial de crescimento nos próximos anos.
“A cidade está olhando para sustentabilidade e isso influencia o mercado. Quando o poder público dá esse sinal, a população acompanha.
Para quem trabalha com energia, isso mostra que existe espaço para crescer”, afirma Rocha.
Com a demanda em alta e o custo da energia elétrica pressionando o orçamento das famílias, a tendência é que a energia solar continue ganhando espaço, não apenas como alternativa, mas como parte do planejamento financeiro de quem busca reduzir despesas no longo prazo.
Curiosidades sobre energia solar
Um dos pontos que mais confundem os consumidores é o funcionamento durante apagões. No modelo mais comum, chamado de sistema on-grid (conectado à rede), o imóvel também fica sem luz quando há queda no fornecimento de luz da concessionária, mesmo que esteja fazendo sol.
Isso acontece por uma exigência de segurança conhecida como “anti-ilhamento”.
Na prática, o sistema é programado para desligar automaticamente quando a rede cai. A medida evita que a energia gerada pelas placas seja enviada para os postes e coloque em risco técnicos que estejam trabalhando na manutenção da rede elétrica, um cuidado que passa despercebido por muitos consumidores.
Para quem quer manter a casa funcionando mesmo durante blecautes, a solução passa por sistemas mais avançados. É o caso dos modelos híbridos ou off-grid, que utilizam baterias para armazenar energia e garantir abastecimento mesmo sem conexão com a concessionária.
Sistema de compensação
Outro ponto importante é o funcionamento à noite. Diferente do que muitos imaginam, as placas não geram energia sem luz solar.
No período noturno, o consumidor utiliza energia da rede elétrica, mas pode compensar esse consumo com os créditos acumulados durante o dia.
Esse sistema de compensação é um dos principais atrativos da tecnologia. Ao longo do mês, a energia gerada e não utilizada é injetada na rede e convertida em créditos, que podem ser usados posteriormente, o que ajuda a equilibrar o consumo ao longo do tempo.
Mesmo em dias nublados, o sistema continua funcionando, embora com desempenho reduzido. Em geral, a geração pode cair para algo entre 10% e 25% da capacidade máxima, dependendo das condições climáticas.
Ainda assim, há produção de energia, o que reforça a eficiência do sistema mesmo em condições menos favoráveis.
Outro detalhe que costuma gerar dúvida é a diferença entre os tipos de sistema solar. Os painéis fotovoltaicos são responsáveis por gerar eletricidade.
Já os aquecedores solares têm outra função: aquecer água. Apesar de utilizarem o sol como fonte, são tecnologias distintas, um ponto importante para quem está começando a pesquisar sobre o tema.
Com informações mais claras, o consumidor consegue tomar decisões mais seguras e entender que a energia solar vai além da instalação de placas no telhado, envolvendo planejamento, tecnologia e adaptação ao perfil de consumo de cada residência.
Serviço
Para quem quer entender melhor como funciona a energia solar na prática ou deseja investir para reduzir a conta de luz, a orientação de especialistas pode fazer diferença no resultado final e evitar decisões precipitadas.
A Mercolux se apresenta como uma das empresas líderes no assunto com foco em projetos personalizados e acompanhamento, desde a análise inicial até o suporte após a instalação.
Mais informações sobre serviços, consultoria e simulações de economia podem ser acessadas no site (clique aqui) ou pelos canais de atendimento: (21) 3842-6005, WhatsApp (21) 98113-5286.
Fonte: Enfoco.
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