Esposa de piloto baleado em operação no Rio atualiza estado de saúde: ‘Momento difícil’
O piloto de helicóptero da Polícia Civil e morador de Niterói, Felipe Marques Monteiro, segue em estado grave após complicações decorrentes de uma cirurgia de prótese craniana realizada em abril, segundo sua esposa, Keidna Marques. Ele foi baleado durante uma operação na Vila Aliança, em Bangu, na Zona Oeste do Rio, em março de 2025.
Em atualização feita nesta sexta-feira (15), Keidna relatou pelas redes sociais o agravamento do estado de saúde. Segundo ela, a infecção se intensificou e exigiu reforço no tratamento.
“Um momento muito difícil de lidar”, escreveu.
De acordo com a companheira, houve alterações importantes no quadro clínico na quinta-feira (14), o que levou à necessidade de medicamentos mais fortes. “A infecção no corpo se agravou e ele está sendo tratado com mais antibióticos.
Os profissionais seguem fazendo o melhor por ele, enquanto ele continua lutando. O caso é considerado grave”, afirmou.
Veja a publicação da esposa
Felipe passou por cirurgia de implantação de prótese craniana no último dia 20, após uma sequência de complicações iniciadas ainda durante o período de internação. No início de maio, ele precisou ser submetido a novos procedimentos para retirada de hematomas, controle de sangramentos intracranianos e colocação de dreno.
O policial foi baleado em 20 de março de 2025, quando atuava em um helicóptero do Serviço Aeropolicial da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), durante operação na Vila Aliança. A aeronave foi atingida por disparos de fuzil, e o copiloto foi ferido na região da testa, com perfuração do crânio.
Após o ataque, ele foi transferido no dia 21 de março para o Hospital São Lucas, onde permaneceu internado por cerca de nove meses. Recebeu alta em dezembro e iniciou tratamento em um centro de reabilitação, mas voltou a apresentar complicações ao longo de 2026.
Desde o episódio, Felipe passou por ao menos três cirurgias: a primeira logo após o ferimento, a segunda para tratar um pseudoaneurisma e a terceira para reconstrução do crânio com prótese, após danos causados pelo disparo. A evolução do quadro tem sido marcada por oscilações clínicas e novas intervenções médicas.
Em maio deste ano, um dos suspeitos de envolvimento no ataque foi preso. Outros seguem foragidos.
Fonte: Enfoco.
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