Rodrigo Marinho Crespo, advogado de 42 anos, foi assassinado a tiros na tarde de segunda-feira (26) na Avenida Marechal Câmara, localizada no centro do Rio de Janeiro.
O crime ocorreu nas proximidades de importantes instituições jurídicas, incluindo a sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Seccional do Rio, a Defensoria Pública e o Ministério Público Estadual.
Formado pela PUC-RJ em 2005 e com especialização em Direito Civil Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) em 2008, Crespo era sócio-fundador do escritório Marinho & Lima Advogados, também situado na Avenida Marechal Câmara.
Ele atuava principalmente em causas cíveis e empresariais e mantinha uma reputação de profissionalismo entre colegas e conhecidos. Recentemente, Crespo havia se separado.
Em um caso de destaque em sua carreira, Rodrigo Marinho Crespo estava envolvido em uma disputa judicial pela posse de uma propriedade de alto valor em Angra dos Reis. O caso envolvia a disputa entre o jogador de futebol Richarlison e sócios contra o advogado Willer Tomaz, representado por Crespo.
O imbróglio veio à tona em setembro de 2022, quando foi reportado pelo jornalista Guilherme Amado, destacando a complexidade das questões jurídicas enfrentadas por Crespo em sua prática profissional.
Com informações do G1
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