Em uma extensa sessão que ultrapassou oito horas, o tenente-coronel Mauro Cid, anteriormente ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, prestou depoimento à Polícia Federal (PF) na segunda-feira.
Iniciado às 15h, o interrogatório estendeu-se até aproximadamente 23h30, ocorrendo na sede da PF em Brasília, com Cid deixando o local perto de 0h15.
Cid, que não figura como investigado na atual apuração, compareceu à PF em virtude de um acordo de delação premiada estabelecido em setembro do ano passado. Tal acordo impõe a ele a continuidade no fornecimento de informações relevantes às autoridades para manter os benefícios concedidos.
A expectativa dos investigadores era que as declarações do tenente-coronel contribuíssem para elucidar ou ampliar os entendimentos acerca de afirmações anteriores de Marco Antônio Freire Gomes, ex-comandante do Exército, especialmente em relação aos eventos do dia 1º de março.
Gomes, em seu depoimento à PF, abordou aspectos significativos sobre suas conversas com Bolsonaro concernentes à confiabilidade do processo eleitoral.
Com informações da CNN
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