Domingos Brazão, ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), e Chiquinho Brazão, deputado federal pelo União Brasil-PR, acusados de serem os mandantes do assassinato da ex-vereadora Marielle Franco (PSOL), possuem um império econômico construído ao longo de três décadas na política do Rio de Janeiro.
Segundo informações divulgadas nesta segunda-feira, 1, pelo Portal Uol, os réus e suas empresas controlam pelo menos 162 imóveis, distribuídos entre casas, apartamentos, terrenos e prédios comerciais.
Esses bens, junto com outros quatro irmãos da família, somam um patrimônio de R$ 120 milhões, de acordo com registros públicos e transações recentes corrigidas monetariamente.
O advogado Roberto Brzezinski Neto, que defende Domingos Brazão, não quis comentar sobre a evolução patrimonial de seu cliente, afirmando que o tema não está relacionado às acusações enfrentadas no Supremo Tribunal Federal (STF).
Cléber Lopes de Oliveira, advogado de Chiquinho Brazão, também declarou que a evolução patrimonial de seu cliente não tem relação com as acusações no Supremo.
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