Foto: Chensiyuan / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)
A sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa está agendada para iniciar às 11h desta quarta-feira (7), onde será deliberado o destino da deputada Lucinha (PSD), sob investigação por suposto envolvimento com a maior milícia da Zona Oeste.
O presidente da CCJ e relator do processo, Rodrigo Amorim (PSD), apresentará uma proposta para votação em plenário, composta por um projeto de resolução contendo dois artigos.
O primeiro artigo visa suspender os efeitos da decisão judicial que determinou o afastamento da deputada, mantendo a prerrogativa constitucional do parlamento.
O segundo artigo prevê a imediata abertura de um processo ético disciplinar contra Lucinha.
A proposta tem recebido apoio de parlamentares de diversos espectros políticos, desde a esquerda até a direita, passando pelo centro. O desfecho da votação é aguardado com interesse pelos membros da assembleia.
"Com a abertura do processo, ela se tornará ré e poderá ser até cassada. Não se trata de passar a mão na cabeça de ninguém, mas de manter a prerrogativa do parlamento", afirmou Amorim a imprensa.
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