A cidade do Rio de Janeiro testemunhou um aumento na presença da Força Nacional na Zona Oeste após uma série de eventos que incluiu o incêndio de 24 ônibus na região. Os incêndios ocorreram em resposta à morte de Matheus Rezende, também conhecido como "Teteu" ou "Faustão," que era apontado como o número 2 na hierarquia da milícia comandada por seu tio, conhecido como Zinho. Matheus foi morto durante um confronto com a Polícia Civil.
Os eventos que culminaram na chegada da Força Nacional à Zona Oeste começaram com a morte de Matheus Rezende na comunidade Três Pontes. O jovem, que desempenhava um papel de liderança na milícia, foi baleado durante uma troca de tiros com agentes da Polícia Civil, marcando o terceiro membro de sua família a morrer em confrontos com as autoridades.
Em resposta à morte de Matheus Rezende, criminosos incendiaram 24 ônibus na Zona Oeste. Além dos ônibus, outros veículos e pneus foram incendiados, resultando no fechamento de várias vias. A ação criminosa levou a uma série de transtornos na região e ao aumento da preocupação com a segurança pública.
Em vista dos eventos ocorridos na Zona Oeste, a Força Nacional, juntamente com agentes do Batalhão de Choque e do Batalhão de Rondas Especiais da Polícia Militar, foi direcionada para a área.
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