O ex-vereador do Rio de Janeiro Leonel Brizola Neto (PT-RJ), neto do fundador do PDT Leonel Brizola (1922-2004), criticou a influência dos evangélicos na Câmara dos Deputados.
A crítica veio após a aprovação do regime de urgência para o Projeto de Lei 1904/24, que equipara o aborto de gestação acima de 22 semanas ao homicídio.
"Evangélicos querem transformar o Brasil numa República Gospel Miliciana. Convertem a fé cristã do povo em fanatismo; só o Deus deles é o Deus verdadeiro, o seu é falso, e se vc não se converter, queima na fogueira! Quando isso entra na política o desfecho é trágico", escreveu Brizola Neto na rede social X.
O deputado Eli Borges (PL-TO), autor do requerimento de urgência e coordenador da Frente Parlamentar Evangélica, defendeu a aprovação do projeto.
"Basta buscar a Organização Mundial da Saúde (OMS), [a partir de 22 semanas] é assassinato de criança literalmente, porque esse feto está em plenas condições de viver fora do útero da mãe", afirmou.
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