Em uma operação recente, a Polícia Federal foca em Carlos Bolsonaro, investigando o possível uso indevido da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) durante a administração de Jair Bolsonaro.
Conforme reportado pela jornalista Andréia Sadi, no G1, há suspeitas de que assessores de Carlos Bolsonaro, também visados na operação, requisitaram informações ao ex-diretor da Abin, Alexandre Ramagem.
Este inquérito remete a declarações anteriores de Gustavo Bebianno, ex-Secretário-Geral da Presidência, que faleceu onze dias após alegar a tentativa de formação de uma "Abin paralela", uma iniciativa atribuída a Carlos Bolsonaro.
Bebianno, porém, não identificou o delegado da PF envolvido, justificando sua decisão com motivos institucionais e pessoais.
Além disso, Bebianno indicou que tanto ele quanto Santos Cruz, ex-ministro que posteriormente foi demitido, desencorajaram Jair Bolsonaro de prosseguir com os planos sugeridos por Carlos. A operação da PF visa esclarecer o grau de envolvimento de Carlos Bolsonaro e seus assessores nessas acusações.
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