As 70 cadeiras da Alerj nasceram em 24 cidades. Nas outras 68 do estado, nenhum dos eleitos registrou o melhor resultado da própria campanha.
A capital é o berço de 36 cadeiras, mais da metade da Casa. Duque de Caxias vem em segundo, com quatro, e Volta Redonda em terceiro, com três.
A Baixada aparece em bloco. Nova Iguaçu e São João de Meriti têm dois berços cada, e outras quatro cidades da região têm um.
No interior, o vale ficou com Volta Redonda e o norte com Campos e Macaé. A Região dos Lagos completa com Cabo Frio, de dois berços, e mais três cidades de um.
Os berços solitários têm nome e sobrenome. Nilópolis é a casa de Rafael Nobre, Mesquita de Renato Miranda, Saquarema do Dr. Pedro Ricardo, Rio Bonito de Rodrigo Medeiros e Iguaba Grande de Vantoil Martins.
Belford Roxo, Magé, Itaperuna, Petrópolis, Valença, Guapimirim, Itaboraí, São Gonçalo e Araruama fecham a lista com um berço cada. O resto do mapa só assistiu.
O plenário tem cara de estado inteiro, mas o voto dos eleitos nasceu concentrado. A capital entregou a maioria, e a Baixada e o vale dividiram o que sobrou.
Leia também no Rio Carta:
- Alexandre Isquierdo Moreira entrou na urna como Isquierdo Malafaia e fez 83.461 votos
- As cinco estradas do PSOL quatro começam na capital e uma na serra
- As duas primeiras cadeiras do PT um mapa concentrado na capital e outro no entorno
- Em Miguel Pereira o voto da Alerj não teve dono e passou por mil e cem nomes
Carregando comentários...