Cinelândia, no centro da capital que concentrou a votação do suplente — Foto: Claudio Oliveira Lima, Wikimedia Commons, CC BY-SA 3.0
Felipe Michel (PP) somou 41.045 votos válidos na eleição para a Alerj e terminou na suplência, em 64º no ranking estadual.
Quase todo o bolo tem um endereço. Foram 37.155 votos na capital, nove de cada dez do total dele.
Na cidade do Rio, apenas 15 nomes fizeram mais votos que ele. Nenhum suplente o superou dentro da capital.
A conta que decide a cadeira não é municipal. Dos 70 eleitos, 55 fizeram menos votos que Felipe Michel na cidade do Rio.
A fila do partido começou bem adiante. O PP elegeu cinco nomes à frente, e o corte coube a Gustavo Tutuca, o último da chapa eleita.
O segundo nome do partido no estado foi Carlinhos BNH, com 61.724. O líder, Felipinho Ravis, já ganhou linha nesta série.
A fila do PP não parou nele. Dionisio Lins veio logo atrás, em 65º, com 40.342, e o partido estacionou dois suplentes em sequência no ranking.
No estado, o posto de segundo suplente mais votado da eleição. O primeiro, Prof. Josemar, também já apareceu nesta série.
Fora da capital, o mapa virou retalhos. Nenhuma outra cidade passou de mil votos.
O Rio assinou 37.155 nomes na urna. O partido leu outro número e devolveu um lugar na fila.
Os números são do arquivo de votação nominal por município e zona do TSE, com o recorte de 8 de outubro de 2026, e consideram apenas votos de destinação válida.
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