Eleições 2026

A estrada da média onze caminhos diferentes até a cadeira na Alerj


Na Alerj eleita em outubro, onze cadeiras chegaram pela conta da média. Essa turma não divide um mapa, porque cada nome fez um caminho próprio até a cadeira.

Joyce Trindade, do PSD, fez o caminho mais curto. Dos 37.088 votos dela, 34.092 saíram da cidade do Rio, e sobrou menos de 3 mil para o restante do estado.

A fatia da capital é de 91,9. Nenhuma outra cadeira da Alerj dependeu tanto de um só município.

Tia Ju, dos Republicanos, repetiu o desenho em escala maior. Foram 39.363 votos na capital, 83,2 de tudo o que ela recebeu.

Yuri Moura, do PSOL, levou a estrada para a serra. Petrópolis carregou a candidatura dele.

Daniel Marques, do PL, é o caso de Niterói, que esta série já visitou. O segundo terreno dele é a capital, com 8.396 votos.

Adilson Pires, do PT, somou 42.467 votos no estado, sendo 24.873 na capital. Raone Ferreira, do mesmo partido, fez do vale o terreno dele, com Volta Redonda na frente.

A partir daqui a paisagem muda. Nenhum dos cinco restantes passa de 40,5 na cidade onde melhor votou, e o total aparece dividido em pedaços menores.

Rafael Picciani, da UNIÃO, tem a capital na frente, com 17.517. A sequência dele atravessa a Baixada, com São João de Meriti em segundo lugar e Nova Iguaçu em terceiro, com 2.167.

Poubel Filho, do PL, espalhou o voto por três regiões. A capital deu 16.546, São Gonçalo 6.636 e Campos 2.562.

Felipe Tropa, do PL, começou na capital, com 16.410, e precisou da Baixada para fechar a conta. Arthur Monteiro, do Solidariedade, somou 35.844 no estado, com 14.525 em Duque de Caxias e outros 6.875 na capital.

No fim da lista, Carlos Russo, do DC, fez o caminho mais comprido. O campeão de Araruama precisou espalhar o voto pelo estado, ponta que esta série já apresentou em outra parada.

Onze cadeiras saíram da mesma conta. O mapa de Joyce Trindade coube numa cidade, e o de Carlos Russo precisou do estado inteiro.

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