Urna eletrônica brasileira e terminal do mesário nas eleições municipais de 2016 em Itajubá (MG) — Foto: Mateussf, Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0
A última cadeira do PL na Câmara dos Deputados foi decidida por 104 votos. Jorge Miranda fechou a bancada do partido, e o Sargento Batata abriu a suplência com 67.194 votos.
Tarcísio Motta (PSOL) foi o suplente mais votado para a Câmara no Rio de Janeiro, com 69.407 votos. Nove deputados eleitos terminaram com menos votos que o psolista.
A lista dos nove começa em Diego Quaqua (PT), com 68.798 votos, e inclui Marcio Ribeiro (PSD), com 67.989, Thiago Gagliasso (PL), com 67.700, Nísia Trindade (PT), com 67.350, e Juninho do Pneu (PSDB), com 64.440.
Marcelo Queiroz (PSDB), com 58.739, Bebeto (PP), Jorge Miranda e Talita Galhardo (PSDB), a eleita menos votada, completam a relação.
No PSOL, Tarcísio ficou fora por uma cadeira. O partido elegeu quatro deputados, e o último deles foi o Pastor Henrique Vieira, por média, com 77.584 votos.
Os outros três eleitos foram Rick Azevedo, o mais votado da fila, Talíria Petrone, com 122.500 votos, e Glauber Braga, com 86.314. Atrás de Tarcísio, a suplência do partido tem Chico Alencar, com 40.233.
Tarcísio concentrou mais de dois terços dos seus votos na capital, onde fez 46.919. Duque de Caxias, com 2.958, e Niterói, com 2.359, vieram a seguir.
A suplência do PL segue com Rogéria Bolsonaro, 65.496 votos, e Dr. Flávio, 56.048.
Rogéria fez mais da metade do seu total na capital, com 37.590 votos.
No PT, a última cadeira ficou com Nísia Trindade, eleita por média. Tainá de Paula abriu a suplência do partido com 59.551 votos, 7.799 a menos.
O Republicanos elegeu apenas Luis Carlos Gomes, com 70.331 votos. Rosangela Gomes ficou na primeira suplência com 64.975, a 5.356 votos da cadeira, seguida por Daniela do Waguinho, com 53.345.
As cadeiras de média decidiram as disputas mais apertadas, e o PL ficou com três delas. Douglas Gomes, Thiago Gagliasso e Jorge Miranda foram, nessa ordem, os três últimos eleitos da bancada.
Em todos os partidos, 11 suplentes passaram de 50 mil votos, quatro deles do PL. A lista tem ainda Hugo Leal (PSD), com 57.557, Vitor Junior (PDT), com 56.876, e Léo Picciani (PV), com 56.757.
Tarcísio Motta só assume se um dos quatro eleitos do PSOL deixar o mandato. Sargento Batata espera a primeira baixa na bancada do PL, a maior da Câmara no Rio de Janeiro.
Entre os eleitos e os suplentes, a fronteira da Câmara no Rio coube em distâncias mínimas. No PL, ela mediu exatos 104 votos.
Levantamento feito sobre o arquivo de votação nominal por município e zona do TSE, de 08/10/2026. Eleitos e suplentes seguem a totalização oficial do 1º turno.
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